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Puristas e moços de recados II
Carlos Pereira Santos, jornal A Bola
26 de Maio de 2011




No passado domingo o jornalista da redacção do Porto do jornal A Bola – Carlos Pereira Santos, abordou a temática que envolve uma pseudo-disputa entre o actual presidente da Câmara da Invicta e o actual Presidente do FC Porto.

Subjacente a isso esteve e estará a actuação de Rui Rio desde que governa a cidade do Porto. De facto, conhecendo-se a personalidade de eucalipto instável do presidente portista, a sua boçalidade, a sua pequenez comportamental e o seu sonho de ser rei-único localista, fácil era perceber que só restavam duas possibilidades: ou Rui Rio se submetia aos anseios hegemónicos de Pinto da Costa, ou não o fazia, e a partir daí ficaria sujeito aos ataques cruzados do líder portista e da sua legião de freteiros e moços de recados. Ainda assim, Rui Rio profundo conhecedor do fenómeno, optou corajosamente pela segunda alternativa.

Todos estamos recordados do importante papel desempenhado pelos anteriores presidentes do munícipio na solidificação da hegemonia pintista. Era tal a promiscuidade, que a partir de certa altura ninguém sabia onde começava a Câmara e acabava o FC Porto e vice-versa. Foram as tais situações que Pinto da Costa tanto gosta de gerir, ao poder manipular e servir-se dos poderes instituidos em proveito das suas teses distritalistas utilizando o clube como ponta de lança.

O presidente da Câmara apostou, ganhou, e provou que os portuenses sabem perfeitamente separar o mais representativo clube da cidade, das hilariantes aventuras de uma pessoa habituada a uma extensa corte de ‘yes-men’ que sofrendo do mal da espinha torta, giram em seu redor tal como os passarinhos indefesos em volta da cobra. Rui Rio, apesar de ter contra si o grande timoneiro e todos os seus compagnons de route, foi reeleito, tendo provavelmente contra si muitos pintistas mas seguramente a seu favor a maioria dos portuenses. E isso foi quanto basta.

É evidente que o estado de crispação latente entre os dois líderes deu origem a alguns factos perfeitamente evitáveis. À boçalidade do Pinto Maior, respondeu Rio com a elevação e a inteligência do silêncio. Ficou provado que todas as manigâncias e todo o arsenal a que o Pinto-Maior tem recorrido, não foram minimamente suficientes para abalar um simples presidente de Câmara que tem sabido estar à altura dos acontecimentos.

Muito falaram os indefectíveis pintistas sobre a atitude das portas fechadas da Câmara e da sua propalada ignorância acerca dos recentes e inolvidáveis feitos portistas. Olhando para o tema de uma forma equidistante e objectiva, diríamos que algo está mal quando isso acontece. E de facto está.

O mais lógico e natural seria que a Câmara da cidade abrisse as portas ao clube (neste caso o FC Porto) depois de este ter conseguido o que conseguiu. Mas alguém de boa fé e de bom senso, consegue dissociar as constantes pedradas e os ataques boçais do Pinto-Maior ao seu presidente (apenas porque ele não se curvou reverencialmente a sua eminência), e que é bom lembrar representa todos os portuenses, sejam eles ou não adeptos do FC Porto?

Carlos Pereira Santos (CPS) utilizando o previlégio de poder utilizar um jornal (neste caso o diário A Bola), há muito que deu indícios claros que optou pelo pintismo e pela subjectividade em detrimento da cidadania portuense. É um direito que lhe assiste enquanto adepto, mas não seguramente no desempenho da sua profissão de jornalista.

Poderá achar que ‘Rui Rio tem a chave da porta da Câmara mas só até alguém mudar a fechadura’. Pois, é precisamente esse o problema de todos os pintistas-distritalistas. Encontrar alguém que o consiga fazer. Lamentavelmente, na ânsia de se colar às teses démodés do Pinto-Maior, não conseguiu enxergar que fez a opção que conduz ao ridículo.

Contrariamente ao que diz, o FCPorto não é actualmente a marca da cidade, que é conhecida por outras razões muito mais importantes, quer históricas quer culturais. O FC Porto é que passou a ser de alguma forma conhecido por usar na sua designação a palavra Porto.

Tudo o resto são acordes da música pintista que, longe de desenvolver a cidade, cria objectivamente condições para a estagnação e quiçá para o retrocesso. O que vale aos portuenses é que há um Rui Rio que por enquanto, ainda tem a chave da porta da Câmara...




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