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Gigantes marrecos
Miguel Sousa Tavares, jornal A Bola
24 de Maio de 2011




Com uma constituição semelhante à dos clubes grandes em matéria de títulos, diríamos agora que faltará apenas que o «grande» FC Porto endireite umas costas anquilosadas por décadas de complexos de inferioridade, das quais advieram os mundialmente famosos hinos à verdade desportiva.

Afigura-se um esforço titânico endireitar a espinha de indivíduos que se contradizem ao sabor do vento e são coerentemente incoerentes, à luz de uma cassete sempre presente e de obsessões inatas. Miguel Sousa Tavares (MST) personifica o quão o portismo está extinto, é a era do pintismo.

Na perspectiva do misólogo MST a Taça da Liga está na proporcionalidade da Taça Latina. Acresce que a Taça da Liga poderá a vir a ser uma competição prestigiante – basta que o FC Porto a vença -, algo impossível de almejar para a Taça Latina que estará eternamente condenada ao desdenho de quem jamais a ganhou.

MST debruça-se hoje numa retrospectiva desde «mil novecentos e troca o passo», enaltecendo os feitos do seu clube. Fazendo votos que não lhe valha o título de «terrorista» (1896, 1896,... pois...), foi bom constatar a sua defesa à final de Dublin e ao seu desconforto pela questão fundamental que circulou por toda a Europa; «mas como é que estas duas equipas chegaram à final?»

Segundo MST os festejos portistas foram «insípidos» por via da dita «pouca espectacularidade» da equipa do FC Porto com culpas no cartório do «pouco corajoso» André Villas-Boas. Não estamos de todo de acordo, defendemos aliás que a festa foi bem efusiva, não fosse o pintismo actual maior e vacinado. O «nosso destino é o de vencer» (e não importa como).

Motivo pelo qual houve motivos de sobra para sorrir, vergonha agora? Arbitragens daquele calibre é coisa de somenos depois do que se passou na Liga Portuguesa, aliás, o lance que alegadamente valeria o 2.º amarelo e a consequente expulsão a Sapunaru, nos olhos de Cardinal ou outro qualquer habilidoso da AF Porto certamente daria azo a uma aberração parecida.

Quem pareceu ter descido do céu ao inferno foi o habitualmente manso Jorge Coroado, um dos clientes da semana. Como pode ele beliscar o mérito portista que marcou no único lance de perigo que o FC Porto criou em toda a partida e ainda por cima partiu de uma situação ilegal? Francamente, por qué no te callas?

Ficou bem no entanto a MST enaltecer a vergonha que foi nenhum jogador do FC Porto ostentar a bandeira portuguesa no relvado de Dublin. Mas vistas bem as coisas, não será essa a metáfora perfeita de quem sempre venceu contra Portugal e única e exclusivamente para si? Deixemo-nos pois de demagogias.

Quanto à investida do finalista vencido da Taça de Portugal – que tem sido alvo de elogios súbitos de Pinto da Costa e agora também de MST -, isto há anos atrás quando «mãos dadas com a Instituição» pugnou pela verdade desportiva, como diria Platini com a cohérence de MST... «afinal o FC Porto não é batoteiro».




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