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Atear fogos
Miguel Sousa Tavares, Jornal A Bola
1 de Fevereiro de 2011


Pegando num título a despropósito diga-se, do jornal A Bola em relação a palavras proferidas por LFV na inauguração da Casa do Benfica de Carviçais em Trás-os-Montes, que respigou as palavras susceptíveis de interesse para animar o próximo clássico, Miguel Sousa Tavares (MST), apesar de estarmos no defeso dos incêndios, resolveu aproveitar a deixa para lhe dar seguimento.

Não tendo pelo que lemos e ouvimos, o presidente encarnado «estado ao ataque, a poucos dias do Benfica visitar o Dragão», não deixamos de nos questionar mais uma vez quanto à sanidade mental do autor. É o já célebre hábito de MST pôr palavras na boca das pessoas, Ricardo Araújo Pereira bem se queixava da bipolaridade mas...

Efectivamente a única justificação nas palavras de MST é a tentativa de matar dois coelhos com uma só cajadada pois, para além de imputar o belicismo pirómano a LFV, faz a apologia pacífica e serena de Pinto da Costa. Dito de outra maneira, se houver problemas no Dragão, eles devem ser exclusivamente imputados ao presidente encarnado, pois o seu homólogo portista teve uma postura de tal modo recatada que está fora de questão apontar-lhe qualquer responsabilidade. Exactamente como nas situações anteriores.

São obviamente tentativas diferentes de equacionar o problema para chegar sempre ao mesmo fim: sempre que LFV ou alguém encarnado se atreva a dizer mais do que o trivial e falar de verdades que possam ser susceptíveis de atingir o universo portista, é certo e sabido que terão empolamento na comunicação social, para que depois os habituais moços de recados convidem os disponíveis portistas (em permanência Villas-Boas e a espaços Pinto da Costa) a comentar o assunto. E assim se vão alimentando polémicas, para gáudio de alguns... e proveito de outros.

MST entende que «Vieira não tem de se queixar da hipocrisia da Comissão Disciplinar da Liga». Dito desta forma até parece que tem carradas de razão. Mas não tem e se quisesse ser exacto, tê-lo-ia situado dentro do respectivo enquadramento. Só há uma forma de discutir este tipo de questões: com honestidade intelectual ou com adulterações ajustadas ao interesse clubístico. MST optou, como se esperava, por este última.

O que está em causa como sempre esteve, é a coerência de atitudes dos órgãos disciplinares, seja quem for que estiver envolvido e doa a quem doer. E não por pressões mediáticas da imprensa ou do «ódio generalizado ao Benfica da parte de todos os não benfiquistas». E o que se tem visto e assistido durante tantos e tantos anos são dois pesos e duas medidas, invariavelmente favorecendo os desígnios portistas, sendo um facto impossível de escamotear. Se essa evidência não tivesse acontecido, seríamos os primeiros a condenar a atitude do presidente do Benfica, como provavelmente ele não teria dito o que disse.

A tentativa desesperada de MST de se antecipar ao inquérito da C.D. com a prova insofismável «de que o País inteiro viu o murro de Jorge Jesus a Luís Alberto» e a célebre firma H & S nada fez, diz bem do grau de fanatismo de que enferma o ideólogo portista e o seu desejo que a C.D. faça sangue mas só em relação ao treinador do Benfica. Pode apregoar isso aos quatros ventos, pode tentar convencer-se a si próprio, que jamais alterará a verdade dos factos!

A sua conversa de pastilha elástica em relação a aliciamentos, é também reveladora do seu estado de espírito que se recusa a ver defeitos e manipulações do useiro e vezeiro Pinto da Costa. Não vale a pena afadigar-se em tentar transferir para o Benfica, as cenas lamentáveis e recorrentes protagonizadas pelos portistas, a última das quais bem recente e evidenciada no caso Kléber com as atitudes tipo sociedade secreta do presidente portista.

Deixamos aqui um conselho a MST. Não atire pedras ao telhado do vizinho, quando sabe que o seu próprio telhado está todo esburacado. Não tente efectuar para o Benfica ou para quem quer que seja, a transferência de cenas chocantes que são praticamente exclusivo azul e branco. Não manipule os argumentos que lhes são desfavoráveis, imputando aos outros aquilo que os portistas fazem. Finalmente, poderá ter um ténue sucesso nos anti-benfiquistas convictos, mas abandone essa ideia peregrina de dividir os benfiquistas.

É que já ninguém o leva a sério...

P.S. Já tínhamos estranhado que não houvesse comentários dos insignes portistas, à questão da renovação dos estatutos. Tal como suspeitávamos do seu silêncio, a sua opinião é favorável à posição defendida pelas associações minoritárias, pois os argumentos utilizados, ainda que de uma forma hábil para parecer uma posição de nim, coincidem com aquelas. Mas o que verdadeiramente motivou a alteração da sua opinião foram «os advogados benfiquistas habituais todos entusiásticos defensores da regeneração (...)». Sintomático!


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