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Justiças e Injustiças
Rui Moreira, jornal A Bola
1 de Abril de 2011



Porque será que não há um único assunto em que estejamos de acordo com Rui Moreira (RM)? Será que somos assim tão diferentes? Pelos vistos somos.

Sendo que existem assuntos tão prementes como sejam a questão candente dos estatutos da qual foge como o diabo da cruz, ou até a possibilidade do FCPorto se sagrar campeão na Luz, RM, para fugir a este último tema e obedecendo à estratégia do bico calado nestas duas últimas semanas sobre determinados temas, a exemplo de outros, esforça-se por manter a saga queiroziana sob os holofotes da ribalta.

Já falámos tantas vezes deste execrável tema, que ficamos deveras espantados como é que sem quaisquer novos argumentos (a decisão do TAS não causou a mínima surpresa), se continua a pretender debater um assunto já amplamente esmiuçado e que já fede para a opinião pública. A menos que se pretenda descobrir até onde vai o limite do vocabulário vernáculo e os exemplos de suprema elevação do ex-seleccionador.

Em devido tempo demos a nossa opinião sobre o assunto e não nos parece que valha a pena repeti-la. Situamo-nos pois numa posição equidistante em relação às partes, ao contrário da esmagadora maioria que tem optado por uma delas.

RM resolveu fazer um rasgado elogio a Queiroz e estamos convictos que se tivesse poderes, propô-lo-ia para receber o ‘Dragão de Ouro’ numa das próximas atribuições a realizar no Casino de Espinho, tendo em conta que conforme várias vezes referido pelo presidente do FCPorto, o nível de linguagem queirosiano não destoaria do vocabulário usado na Torre das Antas em que f.d.p. é uma expressão elogiosa que se pode até utilizar com um amigo.

RM, tal como Rui Santos, têm todo o direito de gostar e apreciar Queiroz. O que não podem nem devem, é querer transformá-lo naquilo que ele não é, e atribuir-lhe súbitas competências desconhecidas. Isso é manifestamente vender gato por lebre. Queiroz pode ter todos os méritos do mundo, incluindo os de emérito negociador pois beneficiou de condições financeiras principescas aceites passivamente por Gilberto Madail, mas falhou redondamente na nova oportunidade que teve para fazer algo de útil pela selecção, tal como já tinha acontecido na sua anterior passagem pela equipa das quinas na década de 90. E agora entretem-se a tentar desestabilizá-la, com um rancor indisfarçável.

Todos sabemos que tinha anti-corpos dentro do próprio edifício federativo, também conhecemos que os jogadores não eram nenhuns santos, mas quando os sinais, as declarações e as atitudes acontecem de vários quadrantes do balneário, algo começa a ser preocupante e revelador que Queiroz era persona non grata. Mas enfim, gostos não se discutem...

Sobre as eleições do Sporting, RM apressa-se a colar-se ao vencedor minoritário. Compreende-se, pois existe a firme convicção de que Godinho (se tiver tempo e oxalá que sim), não porá em causa a santa aliança. Os desacatos aconteceram porque anda muita gente má no futebol, e o facto do ex-presidente da MAG leonina se ter apressado a felicitar o principal candidato derrotado nada teve a ver com isso. Se alguns alegaram ter havido irregularidades e se existem dúvidas, qual é o receio por parte de alguns de ver tudo esclarecido, de molde a afastar a núvem que paira sobre a eleição de Godinho Lopes? Ou será que estão subjacentes outros interesses?

Decididamente parecem haver pessoas que revelam algumas dificuldades em compreender as subtilezas da nossa lingua-mãe. Acontece-nos a todos. Mais uma vez (será a 75ª, 126ª?) que lá vem o celebérrimo apelo à violência’ de Pragal Colaço.

Compreenderíamos se a iniciativa de chamar à colação tantas vezes o assunto partisse de pessoas como Martin Luther King, Madre Teresa de Calcutá ou João Paulo II. Mas dos pintistas que têm um longo historial de constrangimentos físico-morais (não utilizamos de uma forma propositada a palavra violência para não ferir as susceptibilidades de RM)?

Mas já nada nos surpreende, pois o recente comunicado da SAD azul e branca não utilizava palavras e expressões completamente desconhecidas naquelas bandas, tais como: ‘sectária’, ‘ilegal’, ‘complacência das autoridades’, ‘acima da lei’, ‘reaccionária’? Então?

Ah, a propósito da pergunta formulada ao jornalista João Bonzinho de A Bola sobre se ele conhecia algum incitamento à violência num órgão oficial do FCPorto, como tinha sido feito na TV-Benfica por Pragal Colaço (???!!!), ele já desmentiu, pois escreveu que não via televisões de clubes.

Como nesse enquadramento clubístico oficialmente existe a Benfica-TV, e Bonzinho utilizou a expressão plural, será que se estava a referir à Sport TV ou ao Porto Canal?


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