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O desatino de um pintista
Rui Moreira, jornal A Bola
18 de Março de 2011



Começamos francamente a ficar condoídos com os repetidos desatinos dos pintistas entre os quais navega Rui Moreira (RM), tentando em última instância e em desespero de causa, salvar a honra do convento e simular que os pintistas seguiram ‘o caminho da dignidade’ em mais um delírio compulsivo do pinto-maior.

Detectamos grande azáfama para os lados da Torre das Antas e perímetros circundantes, preocupados que estão em demonstrar que vão ser uns justos vencedores do campeonato e para o efeito, disparam em todas as direcções mal se apercebam que existe algo relacionado com o Benfica que importa denegrir a todo o custo, facto que nos tem propiciado um divertimento e um gozo com os quais não contávamos. Ainda bem!

Vejamos qual tem sido a postura dos pintistas e o que querem fazer passar para a opinião pública em relação ao sucedido com Rui Gomes da Silva (excluímos por direito próprio o pinto-maior que optou por enaltecer os profissionais do circo):

a) Inspirados no actor de teatro Alan, alvitram que não houve sequer agressão e que tudo foi um cenário montado para distrair as atenções e desviar o enfoque no grande mérito dos azuis e brancos;

b) Na remota hipótese de ter havido agressão, ela foi plenamente justificada porquanto RGS estava a pedi-las, porque se recusa a admitir qualquer mérito às golpadas;

c) Mantendo ainda a remota hipótese de agressão em equação, importa discutir o modo: Terá sido um estalada? Duas? Com a mão direita ou esquerda? Mas não será que foi um soco?;

d) Como a única testemunha que prestou depoimento público foi o presidente da Câmara de Paredes (ao que parece um perigoso benfiquista), os pintistas, tal como têm feito com as testemunhas de acusação nas dezenas e dezenas de processos anteriores que os têm envolvido, iniciaram de pronto a estratégia de tentarem minar a sua credibilidade (onde é que já vimos isto?). Mais grave do que isso, foram os seus baixos e vergonhosos comentários sobre o autarca em si que revelam personalidades doentias e pseudo-ditatoriais, quiçá com saudades dos tempos dos consulados de Fernando Gomes e Nuno Cardozo;

e) Donde se conclui que os seus muros de lamentações sobre o sucedido, não passam de embustes e declarações dúbias de circunstância, porque as suas verdadeiras intenções estão, sem a menor dúvida, expressas na verborreia que o pinto-maior bolsou sobre o sucedido.

As posteriores divagações de RM são apenas e só tentativas de lançamento de cortinas de fumo para atrofiar distraídos. Quer transferir a ‘portofobia’ para  o centro do mundo, mas confundiu-se a ele próprio pois, sem se dar conta, acabou por falar apenas e só de pinto-fobia que está circunscrita à Torre das Antas e aos fiéis seguidores, porque não confundimos os verdadeiros portistas (que obviamente respeitamos) com os pintistas que têm conduzido o futebol português a um verdadeiro caos. Não é por acaso que o FCPorto em vez de lutar para ser um clube reconhecido na Europa e no Mundo, se limita a marinar na lenga-lenga entediante dos seus dirigentes e apaniguados, não passando por isso de um clube apenas com implementação regional. E é pena!

RM não dispondo de nenhum arsenal bélico mas apenas de fisgas no capítulo do apelo às armas ou ao incitamento da violência por parte dos benfiquistas, repete naturalmente os mesmos argumentos e, tal como o velho disco de 78 rotações, de tanto os repetir, os mesmos vão-se tornando menos audíveis e com um som cada vez mais distorcido, contrariamente ao som digital do Youtube que tantas e tantas peripécias nos traz do passado incólume do pintismo.

Ainda bem que fala no relatório Xistra e dos observadores vesgos. Realmente tem razão! Como conceber que um observador dê nota positiva a um fiscal-de-linha que dá indicação ao árbitro de uma agressão que só existiu na sua cabeça? Mas que voltámos a achar imensa piléria aos argumentos dos pintistas isso não há a menor dúvida. Quando o seu correlegionário pintista MST depois de não ver, jura solenemente que viu, não há mesmo nada a fazer. Já que connosco não pega, esperamos ao menos que tenha convencido alguns fanáticos seguidores.

Não menos curiosas são as suas ilacções sobre o facto do Benfica não ter apresentado a sua equipa titular contra o Portimonense e a perspectiva solidária sobre Nuno Gomes. O nosso capitão sabe de há muito, o carinho que os sócios e adeptos nutrem por ele. Mas de há algum tempo a esta parte ganhou uma imensa legião de apoiantes: os pintistas. Estamos certos que ele em devido tempo saberá agradecer-lhes a sua preocupação eternecedora.

Também é justo lembrar que RM teve, finalmente, razões de queixa de uma arbitragem, à boa moda do Sistema que passava o engodo com os campeonatos já decididos. À 23ª jornada e depois do campeonato ganho já não era sem tempo, até porque o único prejuizo terá sido mesmo o facto do Givanildo não ter avançado mais na Bola de Prata.

Mas o problema mesmo deriva do facto do Benfica controlar a imprensa que branqueia tudo o que de mal fazem os encarnados. Mas pelos vistos praticam a democracia plena, pois dão permissão para que pintistas inveterados debitem semanalmente as suas frustações e a sua inveja e nalguns casos até consigam contribuir para o saneamento de vozes que lhes são incómodas.

É o sistema à moda do pinto-maior...

P.S. Ainda não foi desta que ouvimos RM debruçar-se sobre a questão-menor dos estatutos federativos. Haverá algum pacto de silêncio entre os pintistas?


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