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Prestígio
Miguel Sousa Tavares, jornal A Bola
17 de Maio de 2011



Num quotidiano capaz de enaltecer o sarcasmo e conotá-lo com a «fina ironia», ao qual se junta uma (in)Justiça que substitui a Igreja na beatificação de santos como Pinto da Costa e Valentim Loureiro, as patranhas semanais de Miguel Sousa Tavares (MST) são coisas de somenos.

Por via de já termos assistido a pérolas do insigne portista do calibre de dizer que «Eusébio nem português é», como podem calcular a nossa tolerância para com a personalidade em causa é infindável. Consideramos manifestamente reconfortante constatar como o seu ódio pelo Benfica ao ocupar o seu subconsciente lhe tolda o raciocínio em permanência.

É com base na defesa intransigente dos portistas a Pinto da Costa pese embora aos vídeos que circulam no Youtube que o dizemos; «Está para nascer um portista imparcial». Por conseguinte não devemos estranhar como MST aparte começar por amesquinhar o recorde de Jimmy Hagan e por sinal o passado do Benfica, ainda se permite ao dislate de escrever que os erros de arbitragem do FC Porto – Paços de Ferreira foram «dos tais erros de arbitragem que marcam muito mais do que uma época».

Perguntam-se os benfiquistas se eles acreditam mesmo nisto? Acreditam pois, como acreditam na «Liga dos Túneis» da época passada e que esta época – atendendo às últimas arbitragens, – foram tanto ou mais prejudicados do que o Benfica.

Da mesma forma que crêem nisso, incorrem no erro de vilipendiar o passado do Benfica que, quer queiram ou não admitir, consegue dar mais projecção ao clube da Luz do que aquela que o próprio FC Porto alguma vez terá, mesmo já contando com uma presença na final da Taça das Taças em 1984, sendo Campeões Europeus em 1987, vencedores da Taça UEFA em 2003 e Campeões Europeus de novo em 2004, isto aparte as Supertaças Europeias e as Taças Intercontinentais.

É por via dessa miscelânea de inferioridade e síndroma de gigantismo, também da incapacidade dos portistas enxergarem que a cassete de Pedroto já não se usa, que um dos momentos de maior visibilidade da história do FC Porto foi mesmo o «Apagão» - simplesmente por ter o Benfica como denominador. Não existem efectivamente vitórias suficientes que suplantem as tiradas de Senhores como Alex Ferguson quanto às «vitórias compradas nos supermercados», ou as notícias cadentes na imprensa espanhola. Efectivamente, por cá os meios justificam os fins mas lá por fora a história é outra como é evidente.

Nos clientes da semana um dos convidados de MST desta feita foi Fábio Coentrão que, contrariando o que vem sendo o discurso da estrutura benfiquista em assumir culpas próprias, não deu o exclusivo às insuficiências e abordou as arbitragens. Dar a sua opinião é um direito que lhe assiste (esperamos que não seja agredido no Porto), ao fim ao cabo Fábio Coentrão foi um dos alvos das equipas de arbitragem, porventura com algum excesso de zelo depois de lerem nas colunas azuis e brancas – semana após semana -, sobre a agressividade (no mau sentido) do Fábio Coentrão e dos «cotovelos» de Javí Garcia. MST resume a questão a «mau perdedor», o que também é hipocritamente aceitável.

Um dos clientes habituais é de novo Ricardo Costa que segundo MST vai sofrer na pele a desfaçatez de ter feito frente ao FC Porto, isto por via da «Justiça a sério»! Ou seja, a que ilibou apenas tudo no Apito Dourado. Depois de tantas aberrações nos processos do Apito Dourado não é nada que nos surpreendesse, como aliás não nos surpreende a tese de MST – que se nega a ouvir as escutas ao presidente do FC Porto mas conhece a do «João pode ser» e que defende as escutas no Caso Freeport mas considera-as ilegais quando envolvem o FC Porto. Como escreveu o próprio Ricardo Costa, «Esta semana lembrei-me de Martin Luther King: "O mais preocupante não é o grito dos que não têm crédito nem ética. O mais preocupante é o silêncio dos bons."»

Sem espinha direita, com a verdade a que têm direito, rastejando ao mesmo tempo que tentam levantar a cabeça à custa do «mas ganhamos», perdoemos os devaneios a quem há muito não sabe o que é ganhar dentro da verdade desportiva...




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