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Balelas
Rui Moreira, jornal A Bola
15 de Julho de 2011




Um dos temas de hoje abordados pelo portista Rui Moreira foi a do recente episódio da justiça desportiva à portuguesa protagonizada pela cinzenta Comissão Disciplinar da Liga que numa atitude a prestações foi julgando a conta-gotas os vários protagonistas do Benfica-Nacional de 22 de Janeiro passado, tudo, claro, devido ao tal clamor público. Dito de outra maneira, foi por impulso.

É claro que Moreira só se refere à situação porque no epicentro está o Benfica (o costume!) e como é hábito nele, fala do que sabe dar jeito, adulterando a verdade das coisas como é aliás apanágio de qualquer pintista que se preze. Para mais tratando-se de um putativo candidato ao cadeirão das Antas porque evidentemente Pinto da Costa não é eterno.

Voltamos por isso a um assunto que recentemente abordámos, questionando, mais uma vez, o extraordinário alcance visionário dos doutos membros da C.D. que conseguiram saber e provar que a equipa de arbitragem tinha omitido os incidentes no relatório, ou, o que é mais grave, castigando-os por não terem visto, como aliás equaciona no seu escrito Rui Moreira. É claro que é sempre muito mais fácil visionar os acontecimentos na poltrona tantas vezes quantas quisermos. Mas, mesmo assim sem conclusões efectivas, a menos que a vontade da nossa consciência nos conduza ao julgamento sumário daquilo que gostaríamos que na prática tivesse acontecido.

Deve ter sido isso o que justamente aconteceu à consciência clubista de Rui Moreira, pois à boa maneira manipuladora das Antas, concluiu que o troca-tintas Luis Alberto que começou por dizer que tinha sido empurrado e depois mais calmo e no silêncio dos gabinetes já falou em agressão, o que significa que os senhores juízes liguistas com a cegueira do medo e devido ao impenitente clube do regime fizeram um julgamento receoso. Veremos o que dizem agora (daqui a 1 ano ou na véspera de um jogo nacional importante do Benfica? ) os senhores juizes do C.J. sobre as omissões arbitrais! Mas percebe-se esta pretensa teoria da balela exprimida por um dos lídimos representantes do principal clube do regime, perdão do Sistema!

Por outro lado, observa-se que a legião de papagaios das Antas (um acabou há pouco tempo por obter a carta de alforria e por isso bateu a asa e disse bye-bye ao mestre da ironia pelo que foi excomungado para todo o sempre, a exemplo de que já tinha acontecido com Mourinho no passado), anda muito preocupada (o que é sempre recorrente) com o que se diz e o que se faz no Benfica.

Esta táctica da fuga para a frente tem afinal uma explicação simples para além daquela que se afigura óbvia – a grandeza dos encarnados e o receio que lhes incute. É que enquanto se fala do Benfica esquecem-se os problemas que grassam nas fileiras portistas, com um sem número de jogadores a manifestar a vontade de voarem para outras paragens. E até o papagaio-mor anda com tremendas dificuldades em conter a avalanche de desejos e de declarações públicas que como diria o sub-adjunto do pasquim Record – Bernardo Ribeiro –, não são nada habituais acontecerem num clube mestre na gestão do silêncio.

Seja como for, as situações não se alteram apenas porque os Ruis Moreiras do burgo o querem e desejam. Isso constituem apenas manobras de diversão para começar a agitar as àguas que alguns pseudo-independentes dentro da sua própria casa inconscientemente provocam.

Talvez por isso seja altura de terminarmos dando a palavra ao benfiquista Pedro Ferreira: «(…) Posso dizer que ‘este não é o treinador que eu queria no meu Benfica’ ou que ‘este não é o presidente que queria no meu Benfica’ ou que ‘estes não são os valores que gostaria de ver no meu Benfica’. Mas espero que isto não me conduza ao desabafo de dizer que ‘este não é o meu Benfica’. O meu SLB é este, porque não há outro que não este e porque quem vive o SLB vive-o apaixonada e criticamente, mas nunca fazendo depender essa vivência da concordância ou discordância dada ao rumo do Clube.».

À reflexão de uns tantos...




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